terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Atmosferas..

Depois de um período de ausência prolongado, devido à imensa dedicação ao outro projecto por nós mencionado, resolvemos começar a postar novamente. O tema deste post é, como já foi mencionado no título, a Atmosfera.

Podemos definir que a atmosfera pode ser descrita como sendo uma fina camada de gases sem cheiro, sem cor e sem gosto, presa à Terra pela força da gravidade. Visto do espaço, o planeta Terra aparece como uma esfera de coloração azul brilhante. Esse efeito cromático é produzido pela dispersão da luz solar sobre a atmosfera, que também existe noutros planetas do sistema solar que também possuem uma atmosfera.


A atmosfera primitiva


Nos primeiros tempos após o nascimento da Terra, esta era uma bola rochosa, muito brilhante, bombardeada frequentemente por meteoritos e cometas. Não tinha atmosfera e a sua superfície reflectia parte da radiação solar nela incidente. Provavelmente os gases que predominavam na nebulosa primitiva que deu origem ao sistema solar (hidrogénio e hélio), por serem muito leves foram lançados para o exterior do sistema solar pelas radiações e pelos ventos solares emitidos pelo jovem sol. No seu interior existiam elementos radioactivos que faziam parte da nebulosa primitiva. A actividade radioactiva desses elementos originou a libertação de grandes quantidades de energia, conduzindo ao aquecimento do interior da Terra. Do impacto dos meteoritos e cometas com a jovem Terra também resultou libertação de energia contribuindo também para o seu aquecimento.

O interior da Terra começou a fundir-se permitindo uma outra distribuição dos materiais que o compunham, por acção da força gravitacional, os mais densos ficaram no interior e os menos densos na sua superfície.

Devido aos movimentos das diferentes camadas de matéria fundida, a superfície da Terra parecia um gigantesco lago de lava ardente, interrompido por vulcões com violentas erupções.

Esta actividade vulcânica permitiu a desgasificação do interior da jovem Terra devido a:

- Fuga de gases voláteis para o exterior da crosta terrestre, os quais estavam aprisionados no interior da Terra:

- Ruptura de ligações que «prendiam» outros gases a rochas e minerais, que assim também escaparam para o exterior da crosta terrestre.

Estes gases libertados constituíram a atmosfera primitiva da Terra.


quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Bom Natal e um Bom Ano

Estamos aqui de passagem para desejar um grande Natal, cheio de prendas e rabanadas....
Também aproveitamos para desejar uma óptima passagem de ano e um 2009 recheado de coisas boas. são os votos dos 4 geólogos.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Um novo projecto...

Pois bem, como somos um grupo ambicioso, não nos contentamos apenas com o blog como projecto da disciplina. Assim resolvemos iniciar um novo e inovador trabalho sobre a separação da pangea até à actualidade. Para tal iremos utilizar como material esferovite, uma tina com água. No final vamos criar uma animação com vários slides que simulará a separação dos continentes tal como imaginou Alfred Wegener no sua Teoria da Deriva dos Continentes em 1912.
Como não somos egoístas e até simpatizamos um pouco com os elementos dos outros grupos de trabalho (pensámos seriamente em adoptar um com animal de estimação) aqui deixamos algumas imagens dos seus trabalhos.


Os homens da plasticina


Grupo das meninas que de tanto pensar adormeceram...


O nosso novo projecto





Formação de um arco insular



Um arco insular é um tipo de arquipélago formado por processos tectónicos, quando uma placa oceânica é subductada sob uma outra placa oceânica, com consequente produção de magma. Trata-se de um tipo de arco vulcânico. A fusão parcial da placa subductada a partir de uma profundidade aproximada de 100 km (limite superior do Manto), provoca a formação de um magma de baixa densidade, pois resulta da fusão dos sedimentos depositados no fundo do Oceano, o qual intrui através da placa sobrejacente até à eventual extrusão. Desta erupção resulta a formação de uma cadeia vulcânica com forma arqueada, paralelamente ao limite de placas convergente.

No lado subductante do arco insular situa-se uma estreita e profunda fossa no fundo oceânico, marcando o limite à superfície entre a placa subductada e a placa sobrejacente. Estas fossas são formadas pela fricção produzida pela placa subductada, ao arrastar para baixo a extremidade da placa sobrejacente. Neste limite de subducção ocorrem frequentes sismos com epicentros mais profundos à medida que se avança em direcção à placa sobrejacente.

Download do powerpoint explicativo: Formação de um arco insular

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Comunicado...

Bem, por motivos que nos são completamente alheios não foi possível colocar, após várias tentativas, o vídeo que acompanhava o texto sobre a formação de um arco insular. Consequentemente retiramos o texto sobre o tema acima referido pois não tinha sentido estar postado o texto sem a animação em vídeo. Pedimos desculpas pelo incomodo...

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Um pequeno passo para este blog e um grande passo para a humanidade.

Ao longo da nossa viagem pelos planetas do Sistema Solar, algo em Marte despertou a nossa atenção... Eis a descoberta:

Afinal existe água em Marte:



Water on Mars= Água em Marte